Participação R&L no programa «Tardes da Júlia»
2010-01-20 - Ligação
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por uma república secular e laica, por uma sociedade livre, aberta, inclusiva e justa
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Foi enviada, no dia 31 de Dezembro, uma carta sobre a «Mensagem de Natal do Cardeal Patriarca» da igreja católica. Ler a carta.
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Ricardo Alves, presidente da Associação República e Laicidade, apresentará uma conferência intitulada «A Ideia de República: de 1910 aos nossos dias», no dia 28 de Novembro, às 16 horas, na Biblioteca-Museu República e Resistência (Espaço Cidade Universitária da Biblioteca Museu República e Resistência, na Rua Alberto de Sousa, 10A, Zona B do Rego; Metro:
Cidade Universitária).
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Na sequência da tomada de decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, a Associação República e Laicidade dirigiu uma carta à senhora Ministra da Educação.
Carta enviada à senhora Ministra da Educação (3 de Novembro de 2009)
Decisão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (Resumo)
Decisão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (Na íntegra)
Media
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A Associação República e Laicidade tomou posição sobre a possível nomeação de Tony Blair para Presidente do Conselho Europeu.
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Nota para a Comunicação Social
Com os meus melhores cumprimentos,
(Ricardo Alves)
(Presidente da Direcção da Associação República e Laicidade)
Lisboa, 24 de Setembro de 2009
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Ricardo Alves, presidente da Associação República e Laicidade, realizou uma mini-entrevista a Rodrigo Moita de Deus, do blogue 31 da Armada. O resultado pode ser lido no Correio da Manhã de Domingo.
Resta acrescentar que o debate sobre o regime merece mais do que acções caricatas, e que não se resume nem a bandeiras, nem à mera questão da chefia do Estado. Convém também recordar que os monárquicos não foram parte ausente no último século da nossa História. Nem no «caos» para o qual contribuíram com guerrilhas e conspirações, nem no Estado Novo que (salvo algumas excepções) apoiaram, nem na Constituinte de 1975 a que puderam concorrer, nem nas eleições posteriores em que foram sistematicamente derrotados, quer enquanto partido quer enquanto lóbi inter-partidário. A Constituição reconhece-lhes a liberdade de expressão e de organização, o que está correcto.
Viva a República!
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Um grupo de comediantes monárquicos hasteou uma bandeira «azul e branca» na Praça do Município.
As possíveis consequências legais do acto são conhecidas e não merecem comentário.
A acção, apresentada como humorística, tem uma dimensão política - tentar reduzir a implantação da República a
um hastear de bandeira - que merece um rápido comentário.
A República não foi apenas proclamada em Lisboa, na manhã de 5 de Outubro. A República fora instaurada em Loures, em Grândola, na Moita e no Barreiro (entre outras localidades da península de Setúbal), no dia 4 de Outubro. A acção envolvera não apenas o Partido Republicano (que em Lisboa já chegara a ter 62% dos votos, e cuja forte implantação nos centros urbanos originara uma lei eleitoral destinada a prejudicá-lo), mas principalmente a Carbonária, uma organização popular que contava com dezenas de milhar de membros.
Os combates em Lisboa foram movimentados e causaram dezenas de vítimas que devem merecer o respeito de todos.
A fuga do rei traduz uma derrota militar e a ausência de apoio popular à monarquia.
Finalmente: o movimento republicano tinha um projecto de laicização, democratização e descentralização do Estado, valores de liberdade, igualdade e fraternidade, e iniciativas de fomento da instrução, da igualdade cívica e de crescimento económico. Ignora-se qual seja o projecto de sociedade dos neo-monárquicos.
Media:
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Comunicado de imprensa da Associação República e Laicidade sobre a assistência religiosa estatal (pdf, 28/7/2009)
Media:
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A Associação República e Laicidade está solidária com aqueles que no Irão lutam neste momento pela democracia e pela laicidade, e apoia esta petição:
http://www.petitiononline.com/mk072009/petition.html,
que pode ser assinada aqui.