Arquivos por mês: Outubro 2007

Haverá ainda quem acredite ?

HAVER? AINDA QUEM OS OIÇA E SEJA CAPAZ ACREDITAR? Quem os ouvir – mas haverá ainda quem verdadeiramente os oiça? quem os tome mesmo a sério? –, quem ainda tiver paciência para ouvir o actual discurso dos bispos e dos cardeais da Igreja Católica Romana, há-de pensar que, por todo o lado, neste nosso mundo

97 anos do 5/Outubro/1910 – VIVA A REPÚBLICA PORTUGUESA !

  Mandou-me procurar ? Passe cidadão ! (*)   VIVA A REPÚBLICA PORTUGUESA !!! (*) senha e contra-senha utilizadas pelos revolucionários republicanos de 1910.

Falta concretizar a República

O jornal «Correio do Minho» publica hoje este interessante e oportuno texto: FALTA CONCRETIZAR A REPÚBLICA Comemora-se a 5 de Outubro próximo mais um aniversário da implantação da República Portuguesa, mais concretamente o nonagésimo sétimo. No entanto, apesar de se tratar de uma data já enraizada na nossa sociedade, muitas pessoas continuam a passar ao

Capelanias hospitalares: a Igreja quer partir a loiça toda ?

QUE NOS QUER DIZER JOSÉ POLICARPO? No âmbito de uma espécie de deseguizado (!?) entre a Igreja Católica Romana e o Governo da República Portuguesa devido a divergências quanto ao modo de regulamentar o funcionamento da assistência religiosa ou espiritual a doentes internados nos hospitais públicos, o Cardeal José Policarpo falou ontem para os meios de

R&L – República em Portugal de 1910 até hoje…

REPÚBLICA EM PORTUGAL DE 1910 ATÉ HOJE… A 3 de Outubro próximo e por iniciativa da Juventude Socialista (Partido Socialista) do Concelho de Braga, terá lugar um colóquio sobre “A República, em Portugal, de 1910 até hoje”. O colóquio contará com a presença de Luis Mateus, da associação cívica República e Laicidade. O colóquio terá

Capelanias hospitalares de novo no semanário «Sol» [29/09/07]

  CAPELANIAS HOSPITALARES DE NOVO NO SEMAN?RIO «SOL» O semanário «Sol» voltou a trazer hoje, na sua edição em papel, uma reportagem sobre a questão das capelanias hospitalares. Segundo aquele órgão de informação, o Primeiro-ministro José Sócrates teria sido permeável à forte pressão sobre si exercida pelos bispos da Igreja Católica Romana portuguesa e, receoso