Novembro 2006

R&L/Imprensa - R&L no Correio da Manhã [30/11/2006]

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O Jornal Correio da Manhã noticia que, dia 5 de Dezembro, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) se irá reunir em plenário para se pronunciar sobre a exigência da retirada dos símbolos religiosos católicos eventualmente existentes nas assembleias de voto do referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez oportunamente apresentada e justificada pela associação R&L.

acesso a: arquivo R&L (pdf)

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R&L no Vidas Alternativas Edição nº55

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Na intervenção da R&L, António Serzedelo e Luís Mateus conversam sobre o conceito da laicidade.

Vidas Alternativas 58 - 27 de Novembro de 2006

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Monarquia (alegremente) na nossa República ?

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QUE FAZ (AINDA) A MONARQUIA (!?) NO ESPAÇO POLÍTICO DA NOSSA REPÚBLICA ?

A questão não é, de todo, nova: Oliveira Martins e António Sérgio, entre outros pensadores socialistas portugueses, cada um à sua meneira e no quadro dos respectivos tempos históricos, culturais e políticos, defenderam que, em Portugal, aquilo que estaria verdadeiramente em causa não seria o seu «regime» entenda-se: a questão monarquia/república mas sim o carácter mais ou menos democrático (ou anti-democrático), mais ou menos socialista (ou anti-socialista) das políticas promovidas pelos seus vários governos.

O lançamento de um livro biográfico sobre Duarte Pio Bragança, o assumido pretendente à «coroa portuguesa» (?) “D. Duarte e a Democracia; Uma Biografia Portuguesa”, Editora Bertrand , foi a oportunidade agora encontrada pelo (igualmente socialista) Manuel Alegre para vir a público, novamente a questão é recorrente no seu discurso político , defender perspectivas semelhantes àquelas outras, bem como para vir mesmo proclamar a oportunidade e a conveniência de, no nosso país, em pleno século XXI, cem anos após a implantação do regime republicano, se vir democraticamente (!?) a referendar a tal (quase irrelevante) questão monarquia/república.

[acesso a: discurso de M. Alegre [arquivo R&L (pdf)] e reportagens publicadas (23/11/2006) nos jornais Público [arquivo R&L (pdf)], Diário de Notícias [arquivo R&L (pdf)], Jornal de Notícias [arquivo R& (pdf)], etc.]

Muito embora não seja de recear que os portugueses pudessem votar, hoje, maioritariamente, pelo regresso à monarquia – as sondagens assim o atestam , a verdade é que a questão nos vai sendo periodicamente colocada, em jeito de um «apalpar de pulso» à nossa (distraída?) República.

[acesso a uma sondagem: arquivo R&L (pdf)]

Recorde-se a propósito, por exemplo, um conjunto de acontecimentos recentes (2004) que claramente relevam nesta matéria: o projecto de revisão constitucional dos (então maioritários) PSD+PP, o tratamento dado na imprensa portuguesa a um «real matrimónio espanhol» e… um estranho almoço de desagravo maçónico-monárquico…

[acesso a um artigo inédito: arquivo R&L (pdf)]

A “forma republicana de governo” constitui a solução de regime que, em alternativa a uma governança monárquica então claramente falida (moral, política e financeiramente), em 1910-11, escolhemos passar a ter e essa escolha republicana foi claramente renovada em 1975-76. Mas a “forma republicana de governo” – tal como a “separação das Igrejas do Estado”, os “direitos, liberdades e garantias dos cidadãos”, o “sufrágio universal, directo, secreto e periódico na designação dos titulares electivos dos órgãos de soberania” (ou seja, a forma « democrática » de escolha daqueles que nos devem governar), o “pluralismo de expressão e organização política”, a “independência dos tribunais”, etc. – não pode ser considerada ao mesmo nível das referências ideológicas e das opções políticas que, mais ou menos datadas, mais ou menos localizáveis à direita, ao centro ou à esquerda, devem ser frequente e ciclicamente sujeitas ao sufrágio simples através do voto livre e responsável dos cidadãos.

Somos, desde há quase um século, uma «República», ou seja, um país onde cada indivíduo é pessoalmente solicitado a não se deixar confinar ao estatuto de mero «vassalo» ou «súbdito» de qualquer poder ou entidade majestática, mas a assumir-se, lado a lado e em estrita igualdade com todos os seus conterrâneos, como um «cidadão», como um autónomo, empenhado e activo obreiro do grande projecto político de edificar uma sociedade que, conformada ao interesse comum, seja cada dia mais livre, mais justa e mais solidária! [cf. Artigo 1º da Constituição da República Portuguesa]

Luis Mateus

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Crucifixos (e não só) na Escola Pública

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Temos mantido activada, neste «site/blog» da R&L, uma consulta de opinião muito simples tendo como base a pergunta:

Haverá ainda crucifixos nas salas de aula das nossas escolas públicas?

As 209 opiniões que até agora foram expressas distribuíram-se assim pelas três hipóteses possíveis de resposta:

«sim» - 145 (69%); «não» - 61 (29%); sem opinião - 3 (1%)

Quem quiser confrontar estas respostas com a realidade pode, por exemplo, ler o relato de uma situação concreta recentemente publicado, por Vital Moreira, no «blog» Causa Nossa.

acesso a: documento original / arquivo R&L (pdf)

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R&L/Imprensa - R&L no «Jornal de Notícias» [22-11-2006]

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O Jornal de Notícias, refere-se hoje à questão que a associação R&L levantou em carta recentemente enviada à Comissáo Nacional de Eleições (CNE), informando que aquele órgão deliberou só ir apreciar o problema levantado pela associação depois de o referendo ter sido devidamente convocado.

acesso a: artigo original / arquivo R&L (pdf)

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R&L/Imprensa - R&L no «Diário de Notícias» [20-11-2006]

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O Jornal Diário de Notícias, publica hoje, como carta de leitor, a questão que a associação R&L levantou em carta recentemente enviada à Comissáo Nacional de Eleições (CNE).

acesso a. arquivo R&L (pdf)

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R&L/Internet - «blog» Causa Nossa [19-11-06]

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No «blog» Causa Nossa, Vital Moreira vem, uma vez mais, corroborar a posição da associação R&L relativamente à ilegalidade da presença de crucifixos nas salas onde decorrem actos eleitorais.

acesso a: documento original / arquivo R&L (pdf)

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R&L/Imprensa - R&L no jornal «Público» [19-11-2006]

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O Jornal Público, citando a agência Lusa, faz hoje noticia com a questão que a associação R&L levantou em carta recentemente enviada à Comissáo Nacional de Eleições (CNE), informando que aquele órgão considera o assunto de gravidade e que o irá apreciar na próxima terça feira, aquando da sua reunião plenária.

acesso a. arquivo R&L (pdf)

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R&L/Imprensa - R&L no semanário «Sol» [18-11-2006]

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O semanário Sol faz hoje noticia com a questão que a associação R&L levantou em carta recentemente enviada à Comissáo Nacional de Eleições (CNE).

acesso a. arquivo R&L (pdf)

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R&L/Imprensa - R&L no «Portugal Diário» [17-11-2006]

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O «site» noticioso Portugal Diário referiu a carta que a associação R&L endereçou à Comissão Nacional de Eleições (CNE) a propósito da presença de crucifixos nas assembleias de voto do próximo referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez.

acesso a: artigo original / arquivo R&L (pdf)

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