Aniversário da República Espanhola
2008-04-14 - Ligação
Arquivado em: Apontamentos, Geral.
Para recordar a República Espanhola proclamada a 14 de Abril de 1931.
Colóquio - Regicídio 1908-2008
2008-02-01 - Ligação
Arquivado em: Anúncios, Notícias.
Local: Sala do Conselho da UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS – Rua Castilho, 14
acesso a: programa (pdf)
Há cem anos, Manuel Buíça e Alfredo Costa mataram a Monarquia
2008-02-01 - Ligação
Arquivado em: R&L/Artigos, R&L/Textos.
ver: dossier documental sobre o ATENTADO DE 1 DE FEVEREIRO DE 1908
MANUEL BUIÇA E
A Guerra dos Trinta Anos, uma das guerras religiosas mais prolongadas e devastadoras da Europa (1618/1648), quando os príncipes tinham o direito de impor as suas crenças aos habitantes dos seus domínios, acabou depois de milhões de mortos. Só a Alemanha perdeu metade da população, reduzida de 16 para 8 milhões de habitantes.
Carlos Esperança
ver: dossier documental sobre o ATENTADO DE 1 DE FEVEREIRO DE 1908
Conferência «Do 28 de Janeiro ao 5 de Outubro»
2008-01-31 - Ligação
Arquivado em: R&L/Artigos, República.
Disponibiliza-se o texto da conferência de Francisco Carromeu na Biblioteca Museu República e Resistência, no dia 29 de Janeiro:
- «Do 28 de Janeiro ao 5 de Outubro», por Francisco Carromeu – doc/R&L (pdf).
Memória do 31 de Janeiro de 1891
2008-01-31 - Ligação
Arquivado em: Por classificar.
EM MEMÓRIA DOS REPUBLICANOS QUE, NA CIDADE DO PORTO, A 31 DE JANEIRO DE 1891, TENTARAM IMPLANTAR A REPÚBLICA EM PORTUGAL
O 31 de Janeiro de 1891
Em Portugal, nos finais do século XIX, na ausência de qualquer solução para a crise económica, social e política, a monarquia agonizava. Depois da conferência de Berlim, em 1885, o projecto português de ligar Angola a Moçambique colidiu com o plano inglês de ligar o Cairo ao Cabo (África do Sul).
A disputa do território africano que ficaria conhecido por mapa cor-de-rosa culminou com o Ultimatum, imposição do império inglês a Portugal, tão humilhante que inflamou o fervor republicano e o ódio ao trono e à Inglaterra.
Os ideais republicanos continuaram a seduzir os portugueses e a ganhar força à medida que a monarquia se esgotava, a pobreza aumentava e o sentimento colectivo, de vergonha e ressentimento, se acentuava.
«A Portuguesa» foi o hino que surgiu do ódio generalizado que cada vez mais se identificou com as aspirações republicanas que germinam nos quartéis, na maçonaria e nos meios académicos. O Partido Republicano, até aí pouco expressivo, ganhou adesões e consistência.
Entre os militares destacavam-se os sargentos no fervor republicano donde viria a surgir a primeira tentativa para implantar a República. Coube ao Porto a honra dessa tentativa falhada que contou com alguns oficiais em que se distinguiu o alferes Malheiro e, ainda, o capitão Leitão e o tenente Coelho.
Com a banda da Guarda-Fiscal à frente, os militares republicanos avançaram ao som de «A Portuguesa» e assaltaram o antigo edifício da Câmara do Porto de cuja varanda, perante o entusiasmo da população que se juntou ao movimento, se ouviu o discurso de um dos lideres civis da revolta, Alves da Veiga, que proclamou a República.
Falhado o objectivo de ocupar o Quartel-General e o edifício do telégrafo, donde se anunciaria a todo o País a proclamação da República e a deposição da Monarquia, o movimento soçobrou perante a Guarda Municipal.
O exemplo dos revoltosos de 31 de Janeiro de 1891 frutificaria, menos de duas décadas depois, em 5 de Outubro de 1910. Eles foram os protagonistas de uma derrota que foi a semente da vitória que tardaria quase duas décadas.
Foi há 117 anos mas a memória histórica dos protagonistas do 31 de Janeiro está viva e é dever honrá-la.
100 anos da Revolução (falhada) de 28 de Janeiro de 1908
2008-01-28 - Ligação
Arquivado em: R&L/Notícias.
HÁ 100 ANOS, O PAÍS A FERRO E FOGO: REVOLUÇÃO REPUBLICANA (FALHADA) DE 28 DE JANEIRO DE 1908
Em reacção às violentas perseguições desencadeadas pelo ditador João Franco sobre os muitos críticos do seu regime – e, muito especialmente, sobre os militantes anti-monárquicos –, a 28 de Janeiro de 1908, os republicanos portugeses levaram a cabo uma primeira tentativa revolucionária que correu mal e acabou por se saldar por mais prisões de opositores ao regime – todas as principais figuras do Partido Republicano, inclusive –, com a grave perspectiva (por força de um decreto escrito a 28 de Janeiro e promulgado por Carlos I a 31 de Janeiro) de serem seguidamente enviados para o degredo.
DUAS CONFERÊNCIAS na Biblioteca-Museu República e Resistência (Câmara Municipal de Lisboa):
- Hoje, às 18:30 – DA INTENTONA DO ELEVADOR AO REGICÍDIO por António Reis e António Valdemar
- Amanhã, às 18:30 – DO 28 de JANEIRO AO 5 DE OUTUBRO por Francisco Carromeu (organizada pela Associação República e Laicidade)
na Biblioteca-Museu República e Resistência
R&L - Correio da associação
2008-01-25 - Ligação
Arquivado em: R&L/Comunicados, R&L/Imprensa.
Distribuímos hoje a seguinte mensagem:
1. Exército da República em manifestações monárquicas…!?
Nestes últimos tempos, as (ainda existententes…!) «hostes monárquicas» portuguesas têm andado, muito atarefadas, a promover o «seu» centenário do «1 de Fevereiro», «Dia do Regicídio» e a tentar que ele seja assumido pelos portugueses como um «dia de luto nacional».
Estão no seu direito: na nossa Repúblca os monárquicos têm um quadro legal que lhes permite fazerem, pacífica e democraticamente, a propaganda das suas ideias políticas !
No entanto – como é bom de entender –, a República não pode dar apoio institucional àqueles projectos (monárquicos e não só) que abertamente visem a sua destruição.
Nesse entendimento, atempadamente – e, ao que parece, sem qualquer resultado visível!!! –, chamámos a atenção do Ministro da Defesa Nacional e do Chefe do Estado Maior do Exército para uma prevista participação oficial de elementos do Exército – Regimento de Lanceiros, Fanfarra do Exército e do Colégio Militar e Grupo de Música de Câmara da Banda Sinfónica do Exército – nas manifestações políticas monárquicas – manifestações políticas assumidamente anti-republicanas, portanto – que terão lugar a 31 de Janeiro e a 1 de Fevereiro próximos.
ver: http://www.laicidade.org/2007/12/20/republica-monarquia
2. Atentado de 1 de Fevereiro de 1908 (Regicídio)
No «site» da associação R&L disponibiliza-se um «dossier» bastante exaustivo (com alguns documentos menos conhecidos) sobre o atentado de 1 de Fevereiro de 1908 (Regicídio)
ver: http://www.laicidade.org/?page_id=1314
Gostaríamos de ver na Praça do Comércio uma placa que fizesse justiça à memória de Manuel Buíça e Alfredo Costa, os dois cidadãos que, a 1 de Fevereiro de 1908, aí mataram a Monarquia, dando a sua própria vida em prol da República e da Liberdade dos portugueses.
ver: http://www.laicidade.org/?page_id=1307
3. Palestra «Do 28 de Janeiro ao 5 de Outubro»
Por serem republicanos, na sua maioria, os portugueses sabem que só a República pode conferir a cada qual um estatuto inteiro de «cidadão» e que só com «cidadãos inteiros» será possível construir o futuro mais livre, mais justo e mais solidário (Constituição da República) que almejamos ter.
Assim sendo, os portugueses, com os olhos mais postos no futuro do que no passado, não querem, decididamente, voltar a ser súbditos de nenhum soberano, seja ele qual for.
Mas o passado também interessa aos republicanos, na exacta medida em que dele podemos colher ensinamentos para o presente e para o futuro.
Nessa perspectiva, a associação R&L promove no próximo dia 29 de Janeiro, na Biblioteca-Museu República e Resistència, uma palestra onde o historiador Francisco Carromeu nos ajudará a recordar os principais intervenientes e os mais relevantes eventos que, historicamente, nos fizeram transitar de uma (velha) Monarquia para uma (primeira) República.
ver: http://www.laicidade.org/2008/01/17/conferencia-1-2008
Saudações republicanas e laicas de
Luis Mateus










