Category Archives: Protocolo de Estado

Carta ao Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a embaixada na Santa Sé

Carta enviada ao Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a continuidade da embaixada na Santa Sé Referências na comunicação social: «Associação questiona MNE sobre manutenção de embaixada no Vaticano» (Diário de Notícias) «Portugal encerra representações e tem nova diplomacia económica» (RTP) «OE2012: Associação questiona MNE sobre manutenção de embaixada no Vaticano» (SIC Notícias) «Associação insta Portas

Carta aos candidatos à eleição presidencial

A Associação República e Laicidade escreveu aos candidatos à eleição presidencial interpelando-os sobre as questões da República e da Laicidade. Carta ao candidato Cavaco Silva Carta ao candidato Defensor Moura Carta ao candidato Fernando Nobre Carta ao candidato Francisco Lopes Resposta do candidato Francisco Lopes Carta ao candidato José Manuel Coelho Carta ao candidato Manuel

se não fossemos um país laico… (2)

No «Jornal Torrejano», José Ricardo Costa publicou um  lúcido comentário – “O Milagre” – ao gesto beato de José Sócrates na cerimónia de inauguração do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, em Resende. Entre outras considerações, o articulista refere que “isto é muito mais do que propaganda ou simples bênção de uma qualquer EB2,3,

E como seria se não fossemos um país laico ?

O jornal Público traz hoje, na primeira página, esta espantosa foto (flagrante) do nosso primeiro ministro em momento de íntimo recolhimento confessional durante uma cerimónia pública… e… oficial…! [inauguração do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, em Resende] foto de Paulo Ricca Cabe aqui perguntar: como seria se Portugal não fosse um Estado laico?

O Trono e o Altar na RTP – clericalismo republicano (!?)

O TRONO E O ALTAR E A RTP As cerimónias oficiais da inauguração do novo Centro de Produção da RTP, inseridas nas comemorações do 50.º aniversário daquilo que deveria ser a nossa «televisão pública» foram, uma vez mais, motivo de expressão do arreigado clericalismo de que o nosso regime republicano (!?), às suas mais  altas

Recorte de imprensa – Público [25/09/02]

EM QUE FICAMOS ?  Santana Castilho, na sua coluna semanal do jornal Público, avança a pergunta pertinente: (…) 5. Em que ficamos no que toca ao princí­pio da não confessionalidade das cerimónias oficiais? É correcto que, apesar das recentes disposições sobre a matéria, se proceda à bênção católica das instalações escolares inauguradas, como aconteceu recentemente

R&L/imprensa – Público [16/09/06]

O PROTESTO REPÚBLICA E LAICIDADE CONTRA BENÇÃO DE ESCOLA NO ALGARVE A associação cívica República e Laicidade classificou como uma violação do princípio da não confessionalidade nas cerimónias oficiais do Estado a bênção católica de uma escola pública no Algarve, na terça-feira, em que participaram membros do Governo. Em causa está o facto de esse

R&L/imprensa – Primeiro de Janeiro [16/09/06]

VIOLAÇÃO DO PRINC?PIO DA NÃO CONFESSIONALIDADE A associação cívica «República e Laicidade» classificou como uma violação do princípio da não confessionalidade a bênção católica de uma escola pública no Algarve, na passada terça-feira, nas cerimónias oficiais do Estado em que participaram membros do Governo. Em causa está o facto de esse acto oficial – presidido

Recorte de Imprensa – Diário de Notícias [15/09/2006]

A ESQUERDA BENZIDA Em interessante reflexão publicada no jornal «Diário de Notícias» sob o título aqui acima reproduzido [DN-15/09/06], Fernanda Câncio vem fazer-nos notar que: (…) Neste mandar da laicidade às urtigas, apanágio de todos os governos e presidentes da democracia (e candidatos a tal), o primeiro Executivo PS de maioria absoluta, que se intitula

R&L/imprensa – Observatório do Algarve [15-09-06]

BÊNÇÃO DE ESCOLA ALGARVIA VIOLOU PRINC?PIO DA NÃO CONFESSIONALIDADE A associação cívica República e Laicidade classificou hoje como uma violação do princípio da não confessionalidade nas cerimónias oficiais do Estado a bênção católica de uma escola pública no Algarve, terça-feira, em que participaram membros do Governo. Em causa está o facto de esse acto oficial