Escolas públicas sem nome de santos?!

ESCOLAS PÚBLICAS (FINALMENTE) IMPEDIDAS DE USAR NOME DE SANTOS NA SUA DESIGNAÇÃO?

Aparentemente mas há ainda que ver em que pé este assunto vai ficar… as escolas públicas passaram a estar impedidas de utilizar nomes de santos nas suas designações oficiais.


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ver notícia: Jornal Correio da Manhã | doc/R&L (pdf)

Quando contrariamente ao noticiado pelo CM se constata que o Ministério da Educação nunca aceitou assumir iniciativas claras e inequívocas, quer relativamente à existência de símbolos religiosos nas escolas da rede pública, quer relativamente à realização de cerimónias religiosas nas suas instalações e/ou no âmbito da programação geral das suas actividades curriculares, só podemos ficar a aguardar a ver o que concretamente, no terreno, vai mesmo suceder.

6 Comments

  • Maria Ribeiro wrote:

    Que esperar de uma Igreja que afirma, ofendendo grande parte da população portuguesa:

    «Todas as formas de ateísmo, todas as formas existenciais de negação ou esquecimento de Deus, continuam a ser o maior drama da humanidade…”

    Virão de novo as fogueiras para os que não acreditam?

  • [...] do rápido desmentido feito pelo Ministério da Educação, o alarmismo da primeira página do Correio da Manhã de 2 de Janeiro suscitou algumas interessantes tomadas de [...]

  • Tomaz de Mello Breyner wrote:

    Já agora seria também melhor para serem mais coerentes pedir ao governo que acabe com os seguintes feriados católicos :
    - 6ª Feira Santa
    - Domingo de Páscoa
    - Corpo de Deus
    - Assunção de Nossa Senhora
    - Dia de todos os Santos
    - Imaculada Conceição
    - Natal

    Pois é, mas isto já lhes doia verdade? Daí não levantam ondas seus laicos…

  • Teresa wrote:

    Caro Tomaz,

    Se não estou em erro, já houve várias tentativas de racionalização dos feriados, levadas a cabo por vários governos… Só que a Igreja e seus acólitos ‘estrebucharam’, e de todas as vezes se cedeu às ‘fitas do menino mimado’… Mas eu concordo consigo, os feriados e pontes deviam acabar e ser convertidos em dias de férias que cada um devia decidir como distribuir ao longo do ano civil. Só assim se suprimiam favorecimentos ou desfavorecimentos (em dias de descanso) entre católicos e não-católicos (judeus, muçulmanos, budistas, jeovás, mormons, cientologistas, ateus, agnósticos, cépticos, livres pensadores, etc, etc…).

  • Venus wrote:

    Seria mais importante e benéfico para todos, se se interessassem um bocadinho mais pelos problemas que o ensino atravessa em Portugal, em vez de alimentarem os vossos rancores obcessivos!
    Ainda há pouco tempo a comunicação social deste País anunciou estatísticas das melhores escolas que, para vosso azar, tinham nomes de santos e eram católicas!
    Quer isto dizer que o vosso “patriotismo republicano” e panasco, não quer que Portugal progrida…

  • Venus wrote:

    Cuidado, cuidadinho!… parece-me que anda por aqui censura… O que não agrada, vai p’ró caixotinho…

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